Firstlife

Firstlife – An Everlife Novel #1
De Gena Showalter

Sinopse traduzida por mim: UMA ESCOLHA. DOIS REINOS. NÃO HÁ SEGUNDA CHANCE.

Tenley “Ten” Lockwood é uma adolescente comum de 17 anos… que passou os últimos 13 meses trancada na prisão Prynne. A razão? Não é sua obsessão com números, e sim sua recusa em deixar seus pais decidirem onde ela vai viver depois de morrer.

Existe uma eterna verdade que o mundo passou a aceitar: a primeira vida é meramente um ensaio, e a vida real começa depois da morte.

Na vida após a morte, dois reinos estão no poder: Troika e Myriad, há muito tempo inimigos e rivais. Ambos farão tudo em seu poder para recrutar Ten, incluindo mandar dois de seus melhores trabalhadores para garantir que ela escolha o lado deles. Logo, Ten se encontra fugindo e no meio de uma guerra entre dois reinos que vão fazer tudo para ganhar sua alma. Em quem ela pode confiar? E se o reino que ela se sentir atraída não for a casa do garoto que ela se apaixonou? Ela somente tem que ficar viva até conseguir tomar uma decisão…

Minha opinião: difícil explicar minha relação com esse livro… o inglês não é fácil mas também não é difícil; a história não é boa nem ruim; a protagonista não é amável mas também não é odiável; e eu gostei mas não gostei. 😛

Como vocês podem ver, foi uma inconstância do começo ao fim! Ele é um livrinho que tem picos: a história ou fica muito boa ou muito ruinzinha… não é estável. Se fosse um gráfico seria mais ou menos assim:

Eu li a sinopse e achei que seria um pouco diferente do que foi… a verdade é que eu tinha “entendido” que a segunda vida vinha na adolescência, mas o fato é que a segunda vida se refere a nossos espíritos. Myriad e Troika nada mais são que céu e inferno, basicamente.

A gente aprende que inferno é um nome errado e que na verdade são dois reinos – um que vive na luz outro nas sombras – que lutam entre si, mas onde todos vivem bem nas suas pós-vidas. Você precisa assinar um contrato (verbal mesmo) com um dos reinos, senão você morre e vai pro “limbo” (Many Ends).

Aí é que começa a grande luta: os dois reinos brigam todo dia e lutam entre si para conseguir mais espíritos que sejam úteis: cada um tem um trabalho na pós-vida e, quanto mais especial sua tarefa é, mais coisas eles vão te oferecer na primeira vida para você assinar o contrato. Por exemplo: casa, carro, dinheiro, viagem, vingança, filhos, etc.

E temos então a Ten, a personagem principal. Ela obviamente é especial e disputada entre Troika e Miryad. Ela é de fato bem intrigante no começo do livro – diferente, corajosa e muito legal, mas vai mudando ao longo da história e virando uma menina meio chatinha. Aí ela vira legal de novo mas fica irritante de novo. Vai entender! E eu fiquei com um ódio mortal dela porque desde o meio do livro a gente já sabe a que reino ela pertence e ela se recusa a assinar com eles! Só causa problema pra todos a sua volta e mesmo assim ela não assina o contrato. ARGH!!!!

Mas no geral a história é bem diferente. A questão dos reinos foi bem pensada e, no fim, virou até uma coisa mais espiritual do que eu tinha imaginado. Só não consegui entender porque alguém assinaria com Myriad… pra mim Troika é tão mais convidativo! 🙂

Temos também aquele clássico triângulo amoroso, mas como sempre: TORCI PRO CARA ERRADO!!! Vamos lá pessoal, isso vai ser o lema da minha vida! kkkkk

Enfim, eu não sei dizer se gostei do livro ou não. Achei interessante mas não me envolveu muito. Não vou ler o segundo (são só dois livros), mas não me arrependo de ter lido o primeiro.

Acho que dessa vez vocês vão ter que confiar nos seus instintos porque eu não sei dizer se recomendo ou não. hauahuahua #sorry 😀

Bjs
Marina

Caraval – Caraval Livro 1

Caraval
De Stephanie Garber

Sinopse oficial: Scarlett nunca saiu da pequena ilha onde ela e sua irmã, Donatella, vivem com seu cruel e poderoso pai, o Governador Dragna. Desde criança, Scarlett sonha em conhecer o Mestre Lenda do Caraval, e por isso chegou a escrever cartas a ele, mas nunca obtivera resposta. Agora, já crescida e temerosa do pai, ela está de casamento marcado com um misterioso conde, e certamente não terá mais a chance de encontrar Lenda e sua trupe, mas isso não a impede de escrever uma carta de despedida a ele.

Dessa vez o convite para participar do Caraval finalmente chega à Scarlett. No entanto, aceitá-los está fora de cogitação, Scarlett não pretende desobedecer ao pai. Sendo assim, Donattela, com a ajuda de um misterioso marinheiro, sequestra e leva Scarlett para o espetáculo. Mas, assim que chegam, Donattela desaparece, e Scarlett precisa encontrá-la o mais rápido possível.

O Caraval é um jogo elaborado, que precisa de toda a astúcia dos participantes. Será que Scarlett saberá jogar? Ela tem apenas cinco dias para encontrar sua irmã e vencer esta jornada.

Minha opinião: a gente acha que vai ler “o melhor livro da vida” – graças às propagandas feitas em torno dele, mas a realidade é que esse livro não é lá tudo isso. Não que seja ruim, mas não achei que a escrita prende a gente.

Minhas expectativas estavam super altas quando comecei a ler, então foi um pouquiiinho decepcionante. O fato é que, desde o começo, não gostei muito da Scarlet (a personagem principal), então é difícil se envolver na história sem gostar dela. Mas enfim, ela era melhor que a Tella – sua irmã. Ô menininha imprudente! (ai meu Deus, acho que estou ficando velha reclamando desses surtos adolescentes, kkkkk)

A Scarlet pelo menos é sensata mas já sua irmã… bom, vamos dizer que tudo acontece por conta dela: elas conhecem Julian (outro personagem principal), vão para o Caraval e lá passam por poucas e boas. Julian, aliás, é um personagem masculino ok, meio clichezão mas gostei dele.

Mas o que é o Caraval? Olha… demorei pra entender também, viu! rsrsrs É tanta enrolação pra explicar que a gente só entende direito quando já estamos lá, vivendo a coisa na pele. Mas não achei isso ruim, achei que ajuda a criar um mistério e aquele sentimento de que tudo é novo e você está descobrindo as coisas junto com os personagens… então essa parte foi boa! 🙂 O enredo em si é legal, sabem? Não é nada gritante mas é inovador.

A narrativa/escrita da autora é super simples e o mundo que ela criou é bem original. No fim, o que estou querendo dizer é que não foi um livro ruim. Foi bom! 🙂 Só não foi maravilhoso como eu esperava. Acho que faltou algum gatilho pra me prender de fato na história, entendem? Não senti muita conexão com tudo, por assim dizer…

O final foi satisfatório. Tanto que não achei que fosse ter um segundo volume (mas aparentemente terá). Então não sei se vou ler mesmo… ou se vou deixar essa passar, rsrsrs. Vamos ver…

Bom, recomendo: a leitura é legal, vale a pena gastar um tempinho! 😉

Bjs
Marina

Dez Mil Céus Sobre Você – Firebird Livro 2

dez_mil_ceus_sobre_voce_1463492372584964sk1463492372bDez Mil Céus Sobre Você
De Claudia Gray

Sinopse oficial: MARGUERITE CAINE fez o impossível, viajando por dimensões alternativas com o Firebird — uma invenção brilhante criada por seus pais, seu namorado, Paul, e o amigo da família, Theo. Mas ela também chamou a atenção de inimigos poderosos, dispostos a seqüestrar, chantagear e até matar para usar os poderes do Firebird para propósitos escusos.

Quando a alma de Paul é dividida em quatro fragmentos — que se encontram presos dentro de Pauls em outras dimensões —, Marguerite fará qualquer coisa e irá a qualquer lugar para salvá-lo. Mas o preço de seu retorno em segurança é alto. Se ela não sabotar os próprios pais em múltiplos universos, Paul vai continuar perdido para sempre.

Mas Marguerite acredita que é possível salvar seu amor sem sacrificar a família, e para isso pede a ajuda do brilhante Theo. Os dois criam um plano para recuperar Paul e o Firebird, mas para que ele dê certo eles precisarão superar um concorrente genial e vão colocar em risco não só sua vida mas também a de todas as versões de si mesmos em várias dimensões.

Desta vez a missão leva os dois aos universos mais perigosos até então: uma São Francisco dividida pela guerra, o submundo do crime de Nova York e uma Paris iluminada onde a outra Marguerite esconde um segredo chocante. Cada salto deixa Marguerite mais perto de salvar Paul — mas sua jornada revela verdades sombrias que fazem com que duvide da única constante que encontrou em todos os mundos: o amor que sentem um pelo outro.

Minha opinião: Eu AMEI o primeiro livro, mas confesso que quando comecei a ler esse segundo eu estava um pouco perdida… eu lembrava bem da história, mas o final estava numa lembrança beeemm vaga. Eu demorei uns 5 capítulos pra poder me situar no que de fato tinha acontecido (o que não é muito, considerando que são curtinhos), então sofri um pouco nesse início, rs.

Depois que consegui “entrar” na história ela foi lida num piscar de olhos. Toda essa hipótese de viajar por universos paralelos me encanta de uma maneira que cheguei até a sonhar com isso! Adoooorooo!!! ❤ Mas tem um detalhe que eu não tinha notado no volume passado: a narrativa é um tanto quanto infantil… tipo juvenil demais, sabe? Não que eu tenha gostado menos do livro por isso, mas é um detalhe que eu vi e não mencionei na última resenha.

A Marguerite é uma boa protagonista, eu gosto muito dela. Ela é normal, não é aquela menina exagerada que sabe demais, ou sabe de menos, que caga nas atitudes por causa de um cara. Eu sinto que ela é muito real – podia ser eu, podia ser você. Só que o amor dela pelo Paul… eu não sei se entendo. Deve ser porque eu gosto mais do Theo kkkkkkkkkk 😀 Mas enfim, senti um pouco de falta da família dela, que apareceu menos neste volume – e no final temos revelações bombásticas sobre a família, então queria que eles tivessem aparecido mais.  

O gancho para o próximo livro foi muito bom e eu fiquei super ansiosa para iniciar a leitura… uma pena que ainda não exista em português 😦 Mas gostei demais do livro, super recomendo! 😉

Bjs
Marina

Aceitação – Comando Sul Livro 3

ACEITACAO_1454445451551866SK1454445451BAceitação
De Jeff VanderMeer

Sinopse oficial: É inverno na Área X, a misteriosa região selvagem que há trinta anos desafia explicações e repele pesquisadores de expedição após expedição, recusando-se a revelar seus segredos.

Enquanto sua geografia impenetrável se expande, a agência responsável por investigar e supervisionar a região o Comando Sul entra em colapso. Uma última e desesperada equipe atravessa a fronteira, determinada a alcançar uma remota ilha que pode conter as respostas que eles tanto procuram. Se falharem, o mundo do lado de fora estará correndo perigo.

Aceitação, o último livro da trilogia, conecta os dois livros anteriores, Aniquilação e Autoridade, em capítulos breves e acelerados, narrados da perspectiva de personagens cruciais. Página após página, os mistérios são aos poucos solucionados, mas as consequências e as implicações dos acontecimentos passados jamais serão menos profundas ou aterrorizantes.

Minha opinião: Como esse é o terceiro e último livro da saga, o que a gente espera? Que ao final a gente saiba o que é a Área X, de onde veio, para que veio, como veio, etc… E o que eu descobri após essa leitura?



NADA! Um nada bem grande na minha cara! Ok, 1% das coisas foram reveladas mas o que é 1%???? Eu digo pra vocês: NADA!

Tá, eu me irritei um pouco mas gente, que livro ruim! Ele é sim melhor que o segundo livro mas não é um terceiro livro digno. Não explicou muitas coisas e minha curiosidade não foi sanada. O final também foi muito nada a ver, então fiquei genuinamente triste porque gostei tanto do primeiro e tinha tantas esperanças para essa saga… #tristezadefine 😦

Vamos à narrativa chata: não é muito difícil mas também é meio truncada. Ela nunca foi muuito fluida, mas graças à nossa curiosidade conseguimos avançar bem, mas temos muitas palavras complicadas e muita enrolação (aquelas partes em que o autor fala, fala e fala mas não diz nada, sabem?). Uma coisa que ajuda bastante é a mudança de perspectiva através de vários pontos de vista – isso torna tudo mais interessante.

Os principais personagens são a Ave Fantasma, a Bióloga, o Controle, a Diretora e o Faroleiro. São pontos de vista bem diversos que misturam presente e passado. Só não entendi porquê a narrativa da Diretora foi em segunda pessoa (“Você entra na cozinha e pega uma faca. Você vê um celular…”). Se o objetivo era nos aproximar dela eu te digo que não deu certo. Já o POV do Faroleiro foi um dos mais interessantes e podia ser melhor. Faltou alguma coisa, sabe? Tinham momentos muito bons em que você achava que ia desvendar tudo mas não… acabou de maneira meio louca, assim como todas as outras coisas.

Não sei se para entender completamente o livro tinha que ser um filósofo, um antropólogo ou uma pessoa muito inteligente, mas, se precisava, eu descobri que sou bem burrinha. kkkkk 😛
Claro, não vou dizer pra vocês que algumas coisas não foram explicadas, mas enfim… muito ainda precisava ser contado, então vou parar por aqui antes de xingar o livro de palavras feias. hauhauhaua

Pessoal, vocês me conhecem e sabem que odeio ter que falar mal de um livro, principalmente porque gosto é gosto: eu posso ter odiado mas pode existir quem ame! Então deixo claro que essa é a minha opinião, e que, de fato, eu não recomendo esse livro (ou essa saga) para ninguém.

Bjs
Marina

Dama da Meia-Noite [RESENHA EM VÍDEO]

Olá genteee tudo bem?

Seguinte: no meu post passado eu falei que estava pensando em fazer uma resenha em vídeo para o livro Dama da Meia-Noite. Não quero transformar o blog em Vlog, mas acho que, depois de aaaanosss já estava na hora de vocês me verem, de saberem como eu falo e de me conhecerem um pouquinho melhor. huahuaha

Olha… não sou boa com vídeoa! Gravei com o celular mesmo, usei um editor que deixa marca d’água e tudo mais, além da minha timidez (rs) mas juro que tentei fazer o melhor para vocês. 🙂

Para quem não gosta ou não quer ver vídeo eu vou deixar a resenha no formato padrão de texto mesmo abaixo, mas ela é mais resumida que no vídeo.

Enfim, vamos lá e espero que gostem, rs Ah! Já li mais um livro nesse fim de semana – se vocês quiserem resenha de “O Quarto Dia” em formato de vídeo me avisem. 😉

Bjs
Marina

DAMA_DA_MEIANOITE_1454202384551222SK1454202384BDama da Meia-Noite – Os artifícios das Trevas Livro 1
De Cassandra Clare

Sinopse Oficial: Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.

O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira.

Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

Minha opinião: MARAVILHOSO!!! Titia Cassandra volta novamente com um livro fantástico no cenário dos Caçadores de Sombras.

Os personagens principais são Emma e Julian, que são parabatais e melhores amigos desde a infância. Julian nutre sentimentos por Emma e eu me identifiquei muito com ele. Ele é um cara correto, bonzinho, fofo, sério, dedicado, etc. Apaixonante. Já a Emma é uma menina muito forte – talvez a melhor caçadora de sombras desde Jace. No começo não gostei muito dela mas com o tempo aprendi que ela é muito mais do que deixa transparecer e uma menina super boazinha. Acabei gostando, rs.

Os outros personagens principais, ao meu ver, são ty, Cristina e Mark. Ty é um fofo, Cristina é séria, compenetrada e uma ótima amiga. Já Mark rouba a cena. ❤ Sério, ele é LINDO!!!! Maravilhoso!!!! AMO AMO AMO. Inocente, fofo, engraçado.. ai… apaixonei.

O enredo é cheio de reviravoltas, mas a ação mesmo acontece no final do livro. No começo temos mais uma rotina do dia a dia deles no instituto e do relacionamento entre irmãos, amigos e crushs… rsrs GOSTO!

Ao meu ver é um dos melhores livros da Cassandra! Gosto mais das Peças Infernais porque são meus xodós, mas AMEI esse volume e essa nova série dos Artifícios das Trevas. (gostei mais que Instrumentos Mortais – sorry people! kkk)

Estou ansiosíssima para o próximo volume e recomendo para todo mundo!!!

A 5ª Onda {FILME}

Assistiiiii!!!!! \o/ Depois de muito esperar consegui ver esse filme e vim aqui contar para vocês a minha impressão. 😉

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Bom, acho que todos sabem que eu tenho um grande histórico de gostar de filmes que são adaptações, rsrs, e, nesse caso, não podia ser diferente…

Gostei MUITO do filme! Acho que ele captou bem a alma e a ação do livro. Eu SEI que não é possível traduzir para as telinhas tuuuudo que teve nas páginas, então analiso sempre o contesto geral, o bom entendimento e me coloco no lugar de quem também não leu o livro. Então vamos lá:

Sobre o enredo: as mudanças existiram, claro, mas no geral achei bastante fiel. Aliás, assistindo ao filme me lembrei de diversos detalhes que eu tinha esquecido. Fiquei triste porque podia ter assistido ele antes de ler o segundo livro:P

Sobre os pesonagens: só senti um pouco de falta do ponto de vista do Evan. Ele narra sua versão no filme, mas no livro a gente percebe mais os sentimentos dele pela Cassie e vemos ele se apaixonando aos pouquinhos… era mais legal.

As atuações do Ben, Sam e personagens secundários superaram minhas expectativas – parecia mesmo que saíram do livro! Mas o Evan foi super sem gracinha pra mim – embora seja lindo – e a Cassie… bom, detesto essa atriz! Acho que ela não passa emoção nos olhares, então ela foi uma Cassie ok, mas podia ter sido melhor. Fisicamente ela era A personagem mesmo, mas não achei que a atuação foi boa.

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Os cenários foram perfeitos e achei a caracterização muito bacana e precisa: quando vi a roupa de lenhador do Evan quase morri! Huahuahua

No geral achei uma ótima adaptação. Para quem não leu o livro é um filme interessante também e a história te prende do começo ao fim. Só o final que pode parecer meio abrupto caso não saibam que existe uma continuação.

Vale a pena assistir!

Bjs
Marina

Luzes em Thaupeeka

LUZES_EM_THAUPEEKA_1459346839574653SK1459346839BSinopse: Três luzes de origem desconhecida e comportamento fora dos padrões da física conhecida apareceram no céu da pequena e pacata cidade de Thaupeeka.

Uma garotinha, um ufólogo, um grupo de investigações do governo e uma seita, têm seus caminhos cruzados no desenrolar dos acontecimentos envolvendo este estranho fenômeno.

Orgulho, vingança, amor, curiosidade e fanatismo andam juntos nessa obra de ficção científica onde nossos conhecimentos e crenças são colocados em xeque.

Minha opinião: Uau! Q.U.E L.I.V.R.O!!!! Instigante do começo ao fim, com uma narrativa fluida e natural. Foi uma grata surpresa. ❤ E o autor é brasileiro gente! Que maravilha estar lendo tantas coisas boas de autores brasileiros ultimamente.

No começo fiquei assustada com o tamanho: quase 600 páginas. Depois de um livro com esse mesmo tanto de paginas que foi um “fracasso” (A Descoberta das Bruxas) eu estava temerosa, mas nossa! Nem senti o tempo passar! A cada minuto livre que eu tinha eu pegava o livro e não queria largar, ou seja: fui sugada pela leitura.

Temos 3 personagens principais logo no inicio: Maybel, Philip e George. Depois vão surgindo outros personagens e outros pontos de vista, mas no final tudo gira em torno dos três. Philip é pai de Maybel e um fissurado por ETS. Vive caçando fenômenos do tipo, então para todo e qualquer fenômeno “extraterrestre” ele está presente. George é um descrente. Ele dedica sua vida a desmascarar farsas relacionadas a Ets, ou seja, qualquer um que lucre enganando pessoas com falsas ilustrações em milharais, por exemplo. Já Maybel é a garota especial. Aquela a quem coisas sobrenaturais de fato acontecem.

George e Philip tem o des/prazer de se conhecerem justamente em uma dessas fazendas onde surgem imagens misteriosas no milharal. A partir daí as vidas dos dois se cruzam e um evento louco atrás do outro acontece, com uma série de reviravoltas e ação do começo ao fim! O ponto de vista da Maybel para mim é o mais legal, porque ficamos aflitos querendo saber o que raios está acontecendo e é muito singela a forma como ela vai amadurecendo ao longo do livro. Crianças são sempre mais interessantes de se acompanhar…

Eu diria que o livro tem um pouco de tudo: ficção científica, sobrenatural, suspense, romance, seitas… confesso que eu achei que seria uma coisa meio doida, vários homenzinhos verdes aparecendo, mas no geral o suspense é o carro chefe desse livro (e que suspense!). Acredito que os fãs desse gênero vão amar!

Com certeza um favorito desse ano. Mas o final me deixou um pouquiiiinho (bem pouquinho mesmo) triste porque eu de fato estava esperando mais ficção cientifica e coisas loucas, huahauha. Além de que fiquei curiosa querendo mais… 

Enfim, recomendadíssimo! O livro é muito bom e fiquei super feliz com essa indicacão da Renata (Obrigada Rê!!!) e agora estou no clima para ler mais livros desse tipo. 

Bjs
Marina

Shadowhunters – Série [update review]

Oláaaaa pessoal!!!

Resolvi atualizar as minhas impressões sobre essa série que mal conheço e já considero pakas ❤

Então vamos lá: 

A personagem da Clary é sim melhor que no livro mas ai gente…. a atriz interpreta muito mal! Tenho um amigo aqui no trabalho que também assiste e a gente fica tirando sarro da cara dela todo dia! hauhaua

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O Jace está ok, mas agora estou achando ele meio chatinho às vezes… O Alec me causa turbulências emocionais todo episódio e no episódio 6 então… gritei como uma menininha de 12 anos por causa dele e do Magnus! kkk

Falando em Magnus, acho que o espírito dele foi bem capturado mas nossa, é MUITO exagerado! Chega a ficar cansativo de vez em quando… e a Izzy – no começo não gostei dela, mas entendi que não gostava é dessa nova personagem que tinham criado, já que ela era completamente diferente do filme. Hoje gosto MUITO dessa nova “personalidade” que deram pra ela e acho atriz uma das melhores da série! Ela interpreta muito bem e é linda. 🙂

Outro que dá um banho de interpretação na Clary (rs) é o Simon. Cada dia que passa a história dele está melhor e, no próximo episódio (8) já temos um vislumbre de uma situação que acontece no segundo livro. o.O Oi??? Eles estão juntando tudo!

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Enfim, partindo para a história de fato: ela está completamente diferente do livro/filme. Eu não sei o que vai acontecer, eu nunca sei o que esperar, está uma coisa de doido! Mas eu gosto disso!!! ❤ Acho que meu cérebro entende que é tipo uma continuação ou uma saga paralela no mesmo universo com situações diferentes pros mesmos personagens, e é legal ter esse ponto de vista.

O enredo está amadurecendo a cada dia, as atuações também e pasmem – até os efeitos especiais!

Nos estados unidos o pessoal está dizendo que esse último episódio (7) foi o melhor e que finalmente a série encontrou seu tom. Eu já acho que essa evolução aconteceu no 6º ep, mas concordo que agora sim as coisas estão caminhando de forma mais interessante.

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É isso gente, eu estou gostando mesmo! Estou assistindo fielmente e ansiosa para cada episódio novo. É muito bom ter com quem conversar aqui no trabalho também, porque me animo mais ainda e fico contando os minutos pra assistir de novo!

Série recomendada. Prometo que só faço mais um update no final da temporada HAUHAUAHA. Sei que a maioria quer ver livros aqui, então eu tento mas não me controlo muito bem quando se fala de Cassandra Clare e o universo Shadowhunter. 😛

Bjs
Marina

Todos Os Nossos Ontens – Destrua o passado para salvar o seu futuro

TODOS_OS_NOSSOS_ONTENS_1443558523529142SK1443558523BTodos Os Nossos Ontens
De Cristin Terrill

Sinopse oficial: O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?

Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo…

Minha opinião: Ai que bom!!! O primeiro favorito do ano chegou em grande estilo! Que distopia minha gente, que história! ❤

Tudo começa do ponto de vista de Em, no futuro, e somos jogados na história sem saber nada mesmo, descobrindo tudo junto com os personagens. Depois temos o ponto de vista da Marina (fiquei emocionada ao ver meu nome no livro! XD kkk), no passado, e de novo vamos descobrindo tudo junto com ela. Aí os capítulos começam a alternar o ponto de vista. E minha gente, é uma descoberta surpreendente atrás da outra. Do começo até o fim o ritmo foi eletrizante!

A Marina vive sua vida em função do James, o que é triste (meninas, nunca vivam em função de nenhum homem!), porém compreensivo. Paixonites adolescentes – principalmente pelo seu melhor amigo – são realmente intensas… mas eu não me apaixonei por ele, e sim pelo maravilhoso Finn, que é uma graça! E achei legal também o desenvolvimento dos sentimentos dela ao longo da história. Foi um processo natural e inevitável.

O final foi confuso para mim – sabem como é: viagem no tempo é um tema complicadinho, e demorei um pouco para juntar o quebra-cabeças. Mas, quando entendi, foi fenomenal – muito bem pensado!!! Fiquei pulando pensando “Eu entendi! Eu entendi!” e me deu um desespero pra falar com alguém – qualquer pessoa – sobre esse final. Queria debater, discutir, contar pro mundo que história maravilhosa eu acabei de ler.

Então conto para vocês: leiam! É um volume único (então para quem não gosta de sagas é ideal), com uma narrativa fora de série, personagens apaixonantes e uma história incrível!

Bjs
Marina

Shadowhunters [Série]

Ok, acredito que a maioria deva saber mas, para quem ainda não ouviu a notícia: existe uma série baseada nos livros da saga Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare.

Meu caso de amor com esse universo criado pela Cassandra é infinito: eu simplesmente AMO os Caçadores de Sombras! ❤ Mas, deixa eu recapitular um pouquinho os fatos:

  • Odiei o primeiro livro da saga
  • Nunca gostei muito da Clary
  • AMEI o filme Cidade dos Ossos
  • Gostei do segundo e do terceiro livro da saga
  • AMEI os últimos 3 livros da saga

Tirando essa série eu AMO de paixão As Peças Infernais, mas isso não vem ao caso… rsrs tudo que posso dizer é que, depois de um filme que eu achei incrível e de terminar todos os volumes dos livros, essa série veio para me deixar salivando por mais esse gostinho desse universo.

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Primeiramente temos algumas diferenças, então é como o filme: tem que ser assistido com a mente aberta. Nunca uma adaptação é totalmente fiel ou possui todos os elementos da história, então temos que ser pacientes e manter a porta aberta a todas as possibilidades.

Dito isso, quero contar para vocês o que eu achei dos primeiros 2 episódios que assisti (na Netflix). 😉 Vamos lá:

A primeira de todas as diferenças, a idade dos personagens, me agradou muito. Sempre que eu lia a história eu sabia que os personagens tinham 16 anos em média, mas eu sempre imaginava-os com 18, 19. Isso pela maturidade e pelas experiências pelas quais eles passavam. Sim, a Clary era a mais imatura e a única personagem que passava por 15 anos gente… não dava!

Sobre os personagens, achei que a Clary ficou muito boa. Mais agradável que no livro, mas ainda preferia a Clary do filme. O Jace está gatíssimo, mas o ator do filme tinha capturado melhor o espírito dele, não sei… talvez ainda seja cedo demais para julgar. Alec = perfeição!!!! Meu Deus, ele não é um homem, é um Deus maravilhoso que veio para a Terra me fazer suspirar a cada segundo que ele aparece! Não tenho nem o que falar da atuação, porque só consegui ficar babando, nem ouvi o que ele fala! HAUAUAHUA O Simon é sempre o melhor personagem, né gente? A Cassandra fez um ótimo papel criando ele e ambos os atores responsáveis por interpretá-lo deram um show! Parabéns! A Izzy foi a personagem principal que eu menos gostei: ela é sensual demais, passa dos limites! E não leva nada a sério, ela é muito aérea, sei lá… não curti a interpretação e nem o rumo que deram para a personagem.

O Magnus está muito bom! Já adorava esse ator em Glee, mas acho que ele ficou perfeito nesse papel. 🙂 O Luke é um polícial, o que eu vi como mudança positiva e um rumo bacana para a série, fora que ele também é um colírio para os olhos. Adorei a interpretação e espero ver mais dele na série. A Jocelyn pra mim ficou muito forçada, simplesmente não gostei. Por fim, o Valentim da série com certeza representa o Valentim do livro MIL VEZES melhor que o do filme – que parecia ter 25 anos! Curti a escolha do ator e estou gostando muito da interpretação!

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Os efeitos especiais… bom, já vi piores mas DEFINITIVAMENTE já vi melhores… muitos!!! Chega a ser um pouco frustrante, mas também não atrapalha a série a ponto de pararmos de assistir. É tipo Once Upon a Time, quem já assistiu vai entender: os efeitos são ruinzinhos mas e daí? Certo? rsrs

No geral estou achando o desenrolar dos fatos um pouco rápidos. Acho que o primeiro episódio podia ter enrolado um pouco mais, não havia necessidade da Clary já descobrir que era uma shadowhunter, já ir para o instituto, etc, podia ter sido tudo um pouco mais devagar (na minha opinião). Mas gostei mais do primeiro episódio do que do segundo. Achei que o segundo fugiu um pouco do esperado e foi mais “chatinho”. Além da parte dos vampiros pegando o Simon (hey, não é nenhum spoiler, certo? Aposto que todo mundo sabia dessa parte…) que foi totalmente diferente do livro. Foi estranho.

Enfim, estou gostando, mas com cautela. Se continuar assim vou continuar assistindo porque né: Jace + Clary, Simon + Izzy e Alec + Magnus não dá pra perder, rsrsrs. Mas se os produtores começarem a “cagar” na série (desculpem a expressão chula, não achei outra que expressasse tão bem meus sentimentos!) eu paro de assistir sem culpa, porque não é tudo isso.

Ok, é isso gente. 🙂 Se vocês quiserem ver mais posts depois que eu assistir mais episódios me avisem. 😉

Fiquem aqui com mais um trailer e espero que tenham gostado:

Bjs
Marina

O Mar Infinito – Quinta Onda Livro 2

O_MAR_INFINITO_1417088178412398SK1417088178BO Mar Infinito
De Rick Yancey

Sinopse oficial: COMO LIVRAR A TERRA DE 7 BILHÕES DE HUMANOS? TIRE A HUMANIDADE DELES.

Cassie Sullivan e seus amigos sobreviveram às quatro ondas de destruição provocadas pelos Outros. Agora, com a raça humana quase exterminada e a 5ª Onda encobrindo a Terra, os sobreviventes devem escolher: encarar o inverno e esperar o retorno de Evan Walker ou partir à procura de abrigo antes que o inimigo os alcance. Porque o próximo ataque é mais do que possível – ele é inevitável.

Os homens ainda não viram as profundezas até onde os Outros podem descer nem os Outros viram a que alturas a humanidade pode se erguer. Esta é a derradeira batalha entre vida e morte, esperança e desespero, amor e ódio.

Minha opinião: no começo estava achando um pouco chato. Os primeiros capítulos foram narrados por Especialista (Marika), e não pela Cassie, então estranhei muito e achei ela muito chata. Claro que, no final do livro eu paguei minha língua e o ponto de vista dela foi de longe o melhor de todos. Também tivemos capítulos narrados pela Cassie e por um terceiro personagem (Pão de Ló). Sim, nesse livro todo mundo tem apelidos estranhos. 😛

No geral a história começou morna mas esquentou bastante até as últimas páginas. Não achei tudo muito interessante até chegar na metade do livro, que foi quando as coisas andaram, as ações aconteceram e o rumo do enredo foi melhorando cada vez mais. Acho que, em parte, o começo foi muito difícil para mim porque eu não lembrava quase nada do livro anterior… lembrava nomes, a história como um todo, mas detalhes… esses não consegui me lembrar. Então foi tenso!

Não consegui mais me conectar com a Cassie também. Nunca achei ela fantástica, mas nesse livro ela estava muito diferente… mais brigona, birrenta, insolente… o que uns chamam de coragem eu chamo de criança boba kkkkk (nossa, me senti muito malvada agora! :P). Mas ela com certeza está se transformando em outra Cassie e não sei se gosto dela. E, que surpresa foi, quando constatei que estava totalmente mergulhada e enraizada na história da Especialista. Ela se tornou muito interessante (apesar de também ser marrenta) e eu me conectei profundamente com ela.

O enredo me surpreendeu um pouco, dando uma guinada e trazendo um novo semblante à todo o tema dos alienígenas. Posso dizer que fui surpreendida e fiquei curiosa para saber o desfecho da saga. A narrativa é um pouco profunda demais para o meu gosto, mas ok, não é difícil nem nada.

Em resumo, o primeiro volume foi tão bom que as expectativas cresceram, mas o segundo livro as derrubaram feio! Agora que comecei a ler quero terminar a saga, mas talvez eu devesse ter ido com menos sede ao pote.

Bjs
Marina

Mil Pedaços de Você – Firebird Livro 1

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De Claudia Gray

Sinopse oficial: Marguerite Caine cresceu cercada por teorias científicas revolucionárias graças aos pais, dois físicos brilhantes. Mas nada chega aos pés da mais recente invenção de sua mãe — um aparelho chamado Firebird, que permite que as pessoas alcancem dimensões paralelas.

Quando o pai de Marguerite é assassinado, todas as evidências apontam para a mesma pessoa: Paul, o brilhante e enigmático pupilo dos professores. Antes de ser preso, ele escapa para outra realidade, fechando o ciclo do que parece ser o crime perfeito. Paul, no entanto, não considerou um fator fundamental: Marguerite. A filha do renomado cientista Henry Caine não sabe se é capaz de matar, mas, para vingar a morte de seu pai, está disposta a descobrir.

Com a ajuda de outro estudante de física, a garota persegue o suspeito por várias dimensões. Em cada novo mundo, Marguerite encontra outra versão de Paul e, a cada novo encontro, suas certezas sobre a culpa dele diminuem. Será que as mesmas dúvidas entre eles estão destinadas a surgirem, de novo e de novo, em todas as vidas dos dois?

Em meio a tantas existências drasticamente diferentes — uma grã-duquesa na Rússia czarista, uma órfã baladeira numa Londres futurista, uma refugiada em uma estação no meio do oceano —, Marguerite se questiona: entre todas as infinitas possibilidades do universo, o amor pode ser aquilo que perdura?

Minha opinião: como descrever um livro que é tão comum, porém tão diferente? Tão previsível, porém tão inovador? Ele foi “familiar” pra mim… sabem? Aquela frase “feels like home” pairava na minha mente o tempo todo, e foi exatamente assim que me senti: em casa.

A história junta um pouquinho de física (tudo bem explicadinho de uma maneira simples), romance, ação e aquele sentimento de aproveitarmos cada minuto do nosso dia com quem amamos, fazendo coisas que gostamos… preciso dizer por quê amei??? Parece que foi feito sob medida pra mim, e era exatamente o que eu precisava ler para me acalmar antes da cirurgia (para quem não viu, neste post eu falo sobre a minha cirurgia). Os cenários das dimensões paralelas também são ótimas sacadas e contribuem para nos deixar cada vez mais ansiosos pelo que vem pela frente.

Marguerite (não tem como ler isso e não pensar em pizza kkkk) é uma ótima protagonista, com senso de humor, bravura, amor e muita bondade. Gostei muito dela e a narrativa em primeira pessoa ajudou demais na identificação e no desenrolar facinho da leitura. Senti que cada personagem foi construído com carinho, inclusive “carinho” é uma palavra que descreve bem esse livro. O pai de Marguerite foi o meu preferido, junto com uma das versões do Paul (se vocês lerem com certeza saberão quem é), e sinto que a autora caprichou um pouco mais com eles – são praticamente dois homens perfeitos, cada um a sua maneira.

Ai, AMEI esse livro! Não sei explicar muito bem, ele tem clichês, não é nada extraordinário, mas conseguiu um lugarzinho no meu <3. Recomendo para todos que buscam uma leitura leve, bem humorada e, por quê não, um pouco profunda.

Bjs
Marina

Autoridade – Comando Sul Livro 2

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De Jeff VanderMeer

Sinopse oficial: Por décadas, o único vínculo humano com a Área X — um lugar cercado por uma fronteira invisível, misteriosamente sem vestígios de civilização — foram as expedições monitoradas pelo Comando Sul, uma agência secreta do governo. Após a tumultuada décima segunda expedição, narrada em Aniquilação, a agência acaba imersa em um completo caos. John Rodriguez, conhecido como Controle, é então nomeado diretor.

Apesar dos funcionários desconfiados e desesperados da agência, da frustração dos interrogatórios e anotações que parecem não levar a lugar algum e das horas e horas de registros em vídeo a pesquisar, Controle começa a desvelar os segredos da Área X. Mas, a cada descoberta, ele precisará confrontar verdades perturbadoras sobre si mesmo e sobre a organização para a qual se comprometeu a trabalhar.

Minha opinião: AI MEU DEUS que livro ruim! Nossa, eu esperei até a última página com aquele sentimento de: “Não é possível, alguma coisa vai acontecer… alguma reviravolta louca e maluca que vai arrebatar a leitura e me deixar de pernas pro ar!”… e NÃO! NÃO TEVE REVIRAVOLTA, NÃO TEVE NADA! Tirando a última linha do livro, de nada me agradou o resto da história… estou indignada mesmo!

Acho que se juntássemos todas as informações pertinentes e tudo que descobrimos de novo sobre a Área X podíamos ter o primeiro capítulo de um livro. Apenas. De resto foi uma história que não agregou nada ao enredo e ao grande mistério do livro.

Controle (sim, esse é o pseudônimo do personagem principal: John) não é lá muito gostável. É um típico “bebê chorão” que fica correndo pra saia da mãe a cada pessoa grossa que cruza seu caminho. Não gostei! Já os outros personagens não fedem nem cheiram, o que me deixou muito nervosa, já que não consegui me conectar com ninguém.

O cenário é pacato e muito inferior ao do último livro (que era a Área X), o que eu achei que fosse ser compensado pelas mil coisas que descobriríamos já que Controle é o novo diretor da divisão do governo que cuida dessa “anomalia natural”. Opa! Estava errada novamente… que historinha sem graça, minha gente!

E a narrativa? O que posso dizer…. CHATA! O cara escreve bem sim, mas ele enrola demais. Aliás, foi isso que o livro inteiro foi: ENROLAÇÃO!

Enfim, juro que não leria o terceiro volume se não estivesse MIL VEZES mais curiosa pra saber o que é a tal Área X e o que tem nela. Esse mistério conseguiu ser mantido e aguçado para o próximo (e último, graças a Deus) livro. Também gostei de tudo que descobrimos e do final do livro, e só por isso não darei nota zero pra ele. rsrsrs

Não recomendo! Aliás, não comecem a ler essa saga, senão ficarão como eu: curiosos e fadados a passar por essa história chata para poder chegar no desfecho que espero que seja eletrizante. 😦

Bjs
Marina

Cinder – Crônicas Lunares Livro 1

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De Marissa Meyer

Sinopse oficial: Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica.

Minha opinião: vou começar dizendo que esse livro foi, aos poucos, ganhando meu respeito. Afinal, não é qualquer autor que consegue juntar um conto de fadas, androids, ciborgues e seres que moram na lua com poderes mágicos em um único livro de forma coerente. kkkk Sim, temos todos esses elementos e o resultado é muito bom! *-*

Cinder é mais calma que a maioria das protagonistas… um pouco apagadinha, mas gostável. Já Kai é um cara aparentemente introspectivo mas que tem muito mais sentimentos do que podemos imaginar. Gostei de ter o ponto de vista dele também, mesmo que poucas vezes, porque o conhecemos melhor e percebemos o grande homem – honesto e correto que ele é. Um gato também, óbvio, mas é sempre assim né? kkkk Ahhh mas a Iko foi a minha personagem preferida, que graça essa android minha gente! Dona de uma super personalidade. ❤

A história não é tão cativante no começo, demorou um pouco para eu me interessar de verdade, mas não tem como: tudo é muito original! Esse enredo tem sim seus clichês e algumas situações óbvias que sacamos logo na metade do livro, mas ele é original à sua maneira. A autora está de parabéns! Não consigo nem imaginar como ela bolou tudo isso em sua mente. rsrs

São poucas páginas, os personagens são bem moldados e temos uma narrativa fluida e tranquila. Gostei muito da história! Recomendo e com certeza vou ler o próximo volume. 😉

Bjs
Marina

Red Hill

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De Jamie McGuire

Sinopse: Para Scarlet, cuidar de suas duas filhas sozinha significa que lutar pelo amanhã é uma batalha diária. Nathan tem uma mulher, mas não se lembra o que é estar apaixonado; a única coisa que faz a volta para casa valer a pena é sua filha Zoe. A maior preocupação de Miranda é saber se seu carro tem espaço suficiente para sua irmã e seus amigos irem viajar no fim de semana, escapando das provas finais da faculdade.

Quando a notícia de uma epidemia mortal se espalha, essas pessoas comuns se deparam com situações extraordinárias e, de repente, seus destinos se misturam. Percebendo que não conseguiriam fugir do perigo, Scarlet, Nathan, e Miranda procuram desesperadamente por abrigo no mesmo rancho isolado, o Red Hill. Emoções estão a flor da pele quando novos e velhos relacionamentos são testados diante do terrível inimigo – um inimigo que já não se lembra mais o que é ser humano.

Minha opinião: Ok, agora consigo entender porque essa autora bombou com a saga do Belo Desastre: ela escreve muito bem! A narrativa é fluida, temos personagens fortes e sentimentos fáceis de nos identificarmos. Ela prende nossa atenção da primeira à última página!

O livro é narrado por 3 pontos de vista: Scarlet, Nathan e Miranda. No começo eu era louca pela perspectiva da Scarlet e odiava a Miranda. Com o final se aproximando eu rezava pra Miranda aparecer mais vezes e a Scarlet menos. huahauhaua O Nathan era sempre interessante. Que homem!

Por se tratar de um livro de zumbis é automático assumirmos que existirá uma leva de perdas, mas eu não estava preparada para duas perdas que aconteceram… fiquei meio desnorteada e não consegui entender porque a autora escolheu esse fim para esses personagens… enfim, culpa minha me apegar demais. 😦

Apesar de todo o foco na infecção, achei que se trata primordialmente de relacionamentos e de como lidamos com as situações inesperadas. Enquanto uns surtam, outros são mais práticos, e não há espaço para apegos, mas mesmo assim sempre surge um romance… olha, gostei bastante de como tudo se desenrolou, foi super natural. Ponto positivo!

Enfim, gostei muito do livro, achei uma ótima leitura e, embora seja um tema comum, acho que não foi mais do mesmo… super recomendo! 🙂

Bjs
Marina