Caraval – Caraval Livro 1

Caraval
De Stephanie Garber

Sinopse oficial: Scarlett nunca saiu da pequena ilha onde ela e sua irmã, Donatella, vivem com seu cruel e poderoso pai, o Governador Dragna. Desde criança, Scarlett sonha em conhecer o Mestre Lenda do Caraval, e por isso chegou a escrever cartas a ele, mas nunca obtivera resposta. Agora, já crescida e temerosa do pai, ela está de casamento marcado com um misterioso conde, e certamente não terá mais a chance de encontrar Lenda e sua trupe, mas isso não a impede de escrever uma carta de despedida a ele.

Dessa vez o convite para participar do Caraval finalmente chega à Scarlett. No entanto, aceitá-los está fora de cogitação, Scarlett não pretende desobedecer ao pai. Sendo assim, Donattela, com a ajuda de um misterioso marinheiro, sequestra e leva Scarlett para o espetáculo. Mas, assim que chegam, Donattela desaparece, e Scarlett precisa encontrá-la o mais rápido possível.

O Caraval é um jogo elaborado, que precisa de toda a astúcia dos participantes. Será que Scarlett saberá jogar? Ela tem apenas cinco dias para encontrar sua irmã e vencer esta jornada.

Minha opinião: a gente acha que vai ler “o melhor livro da vida” – graças às propagandas feitas em torno dele, mas a realidade é que esse livro não é lá tudo isso. Não que seja ruim, mas não achei que a escrita prende a gente.

Minhas expectativas estavam super altas quando comecei a ler, então foi um pouquiiinho decepcionante. O fato é que, desde o começo, não gostei muito da Scarlet (a personagem principal), então é difícil se envolver na história sem gostar dela. Mas enfim, ela era melhor que a Tella – sua irmã. Ô menininha imprudente! (ai meu Deus, acho que estou ficando velha reclamando desses surtos adolescentes, kkkkk)

A Scarlet pelo menos é sensata mas já sua irmã… bom, vamos dizer que tudo acontece por conta dela: elas conhecem Julian (outro personagem principal), vão para o Caraval e lá passam por poucas e boas. Julian, aliás, é um personagem masculino ok, meio clichezão mas gostei dele.

Mas o que é o Caraval? Olha… demorei pra entender também, viu! rsrsrs É tanta enrolação pra explicar que a gente só entende direito quando já estamos lá, vivendo a coisa na pele. Mas não achei isso ruim, achei que ajuda a criar um mistério e aquele sentimento de que tudo é novo e você está descobrindo as coisas junto com os personagens… então essa parte foi boa! 🙂 O enredo em si é legal, sabem? Não é nada gritante mas é inovador.

A narrativa/escrita da autora é super simples e o mundo que ela criou é bem original. No fim, o que estou querendo dizer é que não foi um livro ruim. Foi bom! 🙂 Só não foi maravilhoso como eu esperava. Acho que faltou algum gatilho pra me prender de fato na história, entendem? Não senti muita conexão com tudo, por assim dizer…

O final foi satisfatório. Tanto que não achei que fosse ter um segundo volume (mas aparentemente terá). Então não sei se vou ler mesmo… ou se vou deixar essa passar, rsrsrs. Vamos ver…

Bom, recomendo: a leitura é legal, vale a pena gastar um tempinho! 😉

Bjs
Marina

Uma Tocha Na Escuridão – Uma Chama Entre as Cinzas Livro 2

Uma Tocha Na Escuridão
De Sabaa Tahir

Sinopse oficial: Ambientado em um mundo brutal inspirado na Roma Antiga, “Uma Chama Entre as Cinzas” contou a história de Laia, uma escrava lutando por sua família, e Elias, um soldado lutando pela liberdade. Agora, em “Uma Tocha Na Escuridão”, ambos estão em fuga, lutando pela vida.

Após os eventos da quarta Eliminatória, os soldados marciais saem à caça de Laia e Elias enquanto eles escapam de Serra e partem numa arriscada jornada pelo coração do Império. Laia está determinada a invadir Kauf, a prisão mais segura e perigosa do Império, para salvar seu irmão, cujo conhecimento do aço sérrico é a chave para o futuro dos Eruditos. E Elias está determinado a ficar ao lado dela – mesmo que isso signifique abrir mão da própria liberdade. Mas forças sombrias, tanto humanas quanto sobrenaturais, estão trabalhando contra eles.

Elias e Laia terão de lutar a cada passo do caminho se quiserem derrotar seus inimigos: o sanguinário imperador Marcus, a cruel comandante, o sádico diretor de Kauf e, o mais doloroso de todos, Helene – a ex-melhor amiga de Elias e nova Águia de Sangue do Império. A missão de Helene é terrível, porém clara: encontrar o traidor Elias Veturius e a escrava erudita que o ajudou a escapar… e acabar com os dois. Mas como matar alguém que você ama desesperadamente?

Minha opinião: QUE LIVRO! Meu Deus, que livro!!!!! Olha, vocês são testemunhas de como é difícil achar um segundo volume que supere o primeiro, então eu comecei a ler sem muitas expectativas – mas essa história superou a do primeiro infinitamente! EU AMEI!!! ❤ ❤ ❤

Ok, estou empolgadíssima porque acabei de ler e já vim escrever a resenha mas, empolgação a parte, o livro é muito bom mesmo: já começa numa correria desgraçada, tudo acontecendo de uma vez, num ritmo louco e você já se empolga desde o primeiro capítulo.

Temos a narrativa de 3 pontos de vista: Laia, Elias e Helene.

Confesso que eu tinha simpatia pela Helene antes mas passei a não gostar dela neste volume – embora o ponto de vista dela seja uma peça chave para entender os desdobramentos. Ela mudou – e para pior (mas também tadinha, o que sofreu essa daí….). Já o Elias é um cara que eu admiro muito: que homão da p***a!!! rsrsrs Não tem como não se apaixonar por ele, suas atitudes são muito nobres (acho que eu já disse isso na última resenha né? 😛  E a Laia, bom, ela é ótima! Uma personagem forte, marcante e ao mesmo tempo meiga – não tinha gostado tanto assim dela no 1º livro, então pela primeira vez na história (rs) uma personagem “comunzinha” vira extraordinária! Gostei demais!

O enredo é muito inteligente – pelo menos eu não consegui imaginar o que vinha pela frente em nenhum momento! Achei digno de um filme e, como o livro é dividido em três partes, pareceu uma trilogia de tanta história que teve. kkkk

Se o terceiro já tivesse sido lançado eu com certeza o estaria comprando nesse exato momento. Agora minhas expectativas cresceram heim! Espero que a autora não me deixe na mão e conclua a história com maestria.

Adoro o jeito que ela escreve, super leve e natural, então posso dizer que é um livro fácil de ser lido e que é facilmente devorado em poucas horas/dias (embora tenha 398 páginas).

Recomendo muuiitooo! Se tornou um favoritíssimo do ano. 🙂

Bjs
Marina

A Prisão do Rei – A Rainha Vermelha Livro 3

A Prisão do Rei – Uma jaula silenciosa. Uma guerra lá fora.
De Victoria Aveyard

Sinopse oficial: Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira.

Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.

Minha opinião: eu quase surtei e quebrei alguma coisa quando acabou, porque eu pensei: “- O QUÊ??? Como acaba desse jeito??? Que autora preguiçosa terminar uma saga assim!!!”, porque eu jurava que era o último volume, né… MAS NÃO ERA!!!!

Graças a Deus tem mais um volume confirmado por enquanto. Pelo que eu li, parece que ele sim será o último (e a história está mesmo caminhando para isso), então eu estou ansiosa!

Neste terceiro livro temos 3 vozes narradoras: Mare, obviamente, Cameron e mais uma que só surge nas últimas 150 páginas e que foi uma surpresa pra mim! Como eu leio no e-reader eu não consigo ver o nome dos capítulos antes, então surtei quando apareceu o nome de quem ia narrar, rsrs. Sugiro que vocês também não espiem porque deixa tudo mais legal. 😉

O enredo em si se desenvolveu de forma lenta: basicamente 200 páginas (ou até mais) são da Mare na corte do Maven. Mas eu não desgostei, pelo contrário: achei bem interessante e não foi arrastado, foi uma narrativa muito fluida e eu gostei muito dessa parte. Só a ação em si que demorou pra aparecer mesmo.

Depois dessa parte mais enrolada finalmente começa a revolução e aqueles acontecimentos que trazem à tona a ação do livro. Eu achei que pouca parte foi gasta com isso: o volume é extenso e cabia ter dado mais ênfase às batalhas em si.

O romance foi uma parte importante: Mare está tão fragilizada que até seu coração teve dúvidas por um breve momento. Eu juro pra vocês que não gosto de nenhum par possível para ela: acho o Maven muito “quebrado”, o Cal muito passivo e o Kilorn muito insignificante… espero que a autora consiga me convencer no último livro.

Em resumo, quando pensei que era o último volume já estava preparada pra tacar uma pedra mas, sabendo que ainda temos mais história depois, percebo que foi um ótimo terceiro livro. Me prendeu do começo ao fim, trouxe à tona parte da velha Mare (e não a Mare mudada do segundo) e teve ação, romance e política. Foi muito bem elaborado!

Eu gostei muuuito! Terminei em poucos dias e recomendo para todos. Mal posso esperar pelo próximo! 🙂

Bjs
Marina

A Caminho do Azul Sereno – Under The Never Sky Livro 3

A Caminho do Azul Sereno
De Veronica Rossi

Sinopse oficial: No derradeiro capítulo da trilogia Never Sky, sucesso da brasileira radicada nos EUA Veronica Rossi, Aria e Perry estão determinados a encontrar o Azul Sereno, o último refúgio contra as tempestades de éter, cada vez mais constantes no mundo em que vivem. Mais do que o amor proibido que os mantém ligados, eles precisam unir Forasteiros e Ocupantes se quiserem sobreviver, e salvar a vida daqueles que amam. Sem escolha e determinados a permanecerem juntos, contra todas as probabilidades, os dois protagonistas partem para a mais perigosa de suas aventuras, que não só colocará à prova seu amor, coragem e capacidade de liderança, como também exigirá grandes sacrifícios. Será que eles estão preparados para a jornada A caminho do Azul Sereno?

Minha opinião: esse foi, sem dúvida nenhuma, o livro que mais me fisgou neste ano!

Depois de milênios se passarem da minha leitura do primeiro volume e mais um tempão do segundo, o qual li em inglês, finalmente chegou a hora do desfecho dessa trilogia. E eu não poderia ficar mais surpresa com o tanto que gostei!

Não me lembro de ter gostado tanto assim dos livros passados, ou dessa Ária madura e boa de briga que encontrei aqui… mas me lembrava de quase todos os detalhes – por incrível que pareça.

Eu gosto desse cenário. Não que eu desejasse viver nele, mas é tudo muito interessante – os Audis, Olfativos, Videntes, etc. Eu me sinto presa ao livro, conectada mesmo – sempre que penso sobre os universos interessantes com os quais nos deparamos nas leituras eu lembro desse mundo criado com Éter, Ocupantes e Forasteiros.

Não sei se foi impressão minha mas eu achei esse volume menor e mais fluído. O enredo foi ótimo, a história foi boa e o final foi perfeito! Com certeza uma leitura muito agradável.

Não sei se classificaria como um favorito… o fato é que eu gosto de tudo a respeito dessa história mas eu não AMO ela… tenho um carinho muuuuito especial pelos personagens, mas não sei se será um favorito do ano. Vamos ter que esperar eu ler mais livros pra tirar essa conclusão, rsrsrs.

Enfim, trilogia e livro recomendadíssimos! Com certeza vale à pena. 😜

Ah! Fiquei super feliz de saber que FINALMENTE lançaram os 3 volumes aqui no Brasil e com capas lindas! ❤

Bjs
Marina

Equals [FILME que parece livro]

Oi pessoal! Ontem assisti um filme maravilhoso e queria dividir com vocês, porque ele é semelhante a diversos livros do estilinho que eu gosto e que já resenhei aqui no blog. 🙂

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Se chama Equals (tem na Netflix com o título em português: Quando te conheci) e possui basicamente a seguinte história: numa sociedade futura perfeita (distopia) temos pessoas que não possuem sentimentos – desde pequeno eles são suprimidos a fim de manter uma sociedade unida, sem guerras e sem interferências sentimentais em sua evolução. Parece familiar, não?

Um homem e uma mulher acabam se apaixonando e vivendo um romance proibido dentro desses padrões impostos pelo mundo, e precisam lutar para manter seu amor. Em um lugar onde até o menor toque é proibido as coisas acabam ficando bem tensas… de novo: soa familiar, vocês não acham?

Pra mim foi um mix de vários livros que eu adoro: Delírio, O Doador de Memórias e Destino são os que me vêm à memória, mas com certeza tem mais. Ele é um filme fofo, tenso e romântico – assim como esses livros – e retrata uma distopia bem comum: a “sociedade perfeita”. Confesso que só pelo trailer já sabia que ia gostar, mas fiquei comovida com a beleza crua do filme!

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O cenário, as atuações, a trilha sonora (que quase não existe em algumas cenas) e a fotografia acompanham seus sentimentos durante o filme. É incrível! Eu me senti o tempo todo na pele dos personagens e ri, sofri, chorei e amei junto com eles. Talvez se eu já não tivesse lido tanto sobre esse “assunto” eu tivesse ficado surpresa e mais impressionada com o sentido da história – aquela lição de moral que ficamos pensando quando o filme acaba, rsrs, mas confesso que fiquei encantada! ❤

Eu nunca fui muito fã do Nicholas Hoult, mas, como diz meu amigo: “- que homão da porra!”, hehehe. Ele está perfeito nesse papel, e realmente apaixonante! Já a Kristen Stewart estava honrando sua fama de “sem expressões faciais” kkkkkk. Brincadeiras à parte, ela tinha que manter suas expressões escondidas da sociedade, então é compreensível – o papel pede isso. É irônico mas é verdade, rs.

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Enfim, eu amei tanto que queria que fosse um livro. MESMO! Ainda mais porque PRECISA de uma continuação, mas não vai rolar em forma de filme. 😦

Deixo aqui então a dica e o trailer para que vocês possam ver se não tem tudo a ver mesmo com nossas paixões literárias, rsrsrs.

Eu amei e virou um grande favorito. Recomendo! 🙂

Bjs
Marina

Taken – Taken Livro 1

Taken
De Erin Bowman

taken_1340126752bSinopse traduzida por mim: Gray Weathersby passou os últimos 17 anos temendo seu aniversário de 18. Em sua cidade isolada, onde poeira sobrepõe a grama e corvos brigam com as nuvens, todos os garotos de 18 anos são perdidos para um fenômeno que os moradores chamam da Rapto. Após seu irmão mais velho, Blaine, encarar seu destino misterioso, a fascinação de Gray pelo Rapto se torna uma obsessão. Ele deseja respostas. Sobre o Muro que cerca sua cidade, uma estrutura gigante que ninguém jamais escalou sem morrer, sobre os líderes do Conselho e seus segredos óbvios e sobre a própria natureza do Rapto.

Durante sua busca por respostas, Gray contará com a ajuda de Emma, uma filha de curandeira que ele admira desde o primeiro dia que se conheceram quando crianças. O que eles encontram dá ideias à Gray. Ideias perigosas. Talvez Blaine não esteja perdido para sempre. Talvez ele possa achá-lo. Talvez seja tão simples quanto escalar o Muro e talvez, apenas talvez, o destino de Gray não seja o mesmo que de todos que escalaram o muro antes dele.

Minha opinião: eu fiquei EXTREMAMENTE decepcionada com esse livro pelo simples fato de que eu comecei a ler porque jurava que era sobre extraterrestres… mas NÃO!!! COMO pode isso produção? COMO eu ia saber que um livro sobre garotos sendo raptados aos 18 anos por uma luz misteriosa não era sobre ETS???????

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Ele é uma distopia, mas eu não gostei do livro e acredito que basicamente por conta disso… seria mais ou menos 70% pela decepção de não ser sobre ETS e 30% pela história em si. O fato de eu ter lido uma versão traduzida clandestinamente na internet também não ajudou, rsrs. Foi um conjunto de coisas erradas (vocês sabem que admiro muito o trabalho das pessoas que traduzem os livros pra gente por conta própria, mas muita coisa se perde nisso… até mesmo os nomes dos lugares que no começo eram uma coisa e no final outra, aí sua cabeça dá um nó pra descobrir do que se trata.).

Gray é um cara normal: invocadinho, teimoso, meio rebelde – achei ok pra um protagonista homem – e temos até um triângulo amoroso envolvendo ele e mais duas meninas. Eu gostei disso! Nós mulheres sempre vemos a coisa por outro ângulo, com uma menina disputada por dois caras, mas é quase sempre o inverso que acontece na vida real né kkkkkkk #abafa

Fiquei um pouco chocada porque as crianças eram colocadas para se “reproduzir” muito cedo, já que os homens eram levados com 18 anos. Faz sentido, mas a gente nunca espera isso num livro para adolescentes huahuhauaha.

A narrativa é típica de livros desse tipo – distopia – e tranquila de avançar. Acho que dava até pra ler em inglês facinho e eu bobeei, rsrs. Mas o enredo… não sei. Senti que era meio fraquinho, não gostei muito e achei que tudo foi muito fácil, sabem? Podia ser melhor e ter sido trabalhado de outra forma.

Não pretendo ler os próximos volumes. Não curti muito a história e não acrescentou nada na minha vida, então infelizmente acho bem ruinzinha pra recomendar pra vocês. 😦

Bjs
Marina

Aceitação – Comando Sul Livro 3

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De Jeff VanderMeer

Sinopse oficial: É inverno na Área X, a misteriosa região selvagem que há trinta anos desafia explicações e repele pesquisadores de expedição após expedição, recusando-se a revelar seus segredos.

Enquanto sua geografia impenetrável se expande, a agência responsável por investigar e supervisionar a região o Comando Sul entra em colapso. Uma última e desesperada equipe atravessa a fronteira, determinada a alcançar uma remota ilha que pode conter as respostas que eles tanto procuram. Se falharem, o mundo do lado de fora estará correndo perigo.

Aceitação, o último livro da trilogia, conecta os dois livros anteriores, Aniquilação e Autoridade, em capítulos breves e acelerados, narrados da perspectiva de personagens cruciais. Página após página, os mistérios são aos poucos solucionados, mas as consequências e as implicações dos acontecimentos passados jamais serão menos profundas ou aterrorizantes.

Minha opinião: Como esse é o terceiro e último livro da saga, o que a gente espera? Que ao final a gente saiba o que é a Área X, de onde veio, para que veio, como veio, etc… E o que eu descobri após essa leitura?



NADA! Um nada bem grande na minha cara! Ok, 1% das coisas foram reveladas mas o que é 1%???? Eu digo pra vocês: NADA!

Tá, eu me irritei um pouco mas gente, que livro ruim! Ele é sim melhor que o segundo livro mas não é um terceiro livro digno. Não explicou muitas coisas e minha curiosidade não foi sanada. O final também foi muito nada a ver, então fiquei genuinamente triste porque gostei tanto do primeiro e tinha tantas esperanças para essa saga… #tristezadefine 😦

Vamos à narrativa chata: não é muito difícil mas também é meio truncada. Ela nunca foi muuito fluida, mas graças à nossa curiosidade conseguimos avançar bem, mas temos muitas palavras complicadas e muita enrolação (aquelas partes em que o autor fala, fala e fala mas não diz nada, sabem?). Uma coisa que ajuda bastante é a mudança de perspectiva através de vários pontos de vista – isso torna tudo mais interessante.

Os principais personagens são a Ave Fantasma, a Bióloga, o Controle, a Diretora e o Faroleiro. São pontos de vista bem diversos que misturam presente e passado. Só não entendi porquê a narrativa da Diretora foi em segunda pessoa (“Você entra na cozinha e pega uma faca. Você vê um celular…”). Se o objetivo era nos aproximar dela eu te digo que não deu certo. Já o POV do Faroleiro foi um dos mais interessantes e podia ser melhor. Faltou alguma coisa, sabe? Tinham momentos muito bons em que você achava que ia desvendar tudo mas não… acabou de maneira meio louca, assim como todas as outras coisas.

Não sei se para entender completamente o livro tinha que ser um filósofo, um antropólogo ou uma pessoa muito inteligente, mas, se precisava, eu descobri que sou bem burrinha. kkkkk 😛
Claro, não vou dizer pra vocês que algumas coisas não foram explicadas, mas enfim… muito ainda precisava ser contado, então vou parar por aqui antes de xingar o livro de palavras feias. hauhauhaua

Pessoal, vocês me conhecem e sabem que odeio ter que falar mal de um livro, principalmente porque gosto é gosto: eu posso ter odiado mas pode existir quem ame! Então deixo claro que essa é a minha opinião, e que, de fato, eu não recomendo esse livro (ou essa saga) para ninguém.

Bjs
Marina

Vivian Contra o Apocalipse- Vivian Apple – Livro 1

Oi pessoal, tudo bem?

Antes de mais nada queria dizer pra vocês que eu demorei para ler esse livro única e exclusivamente porque era semana de provas e entregas de trabalho na pós. Logo, eu tinha 15 minutinhos por dia apenas, quando tinha, para ler. rsrs Foi tenso!

Mas estou de volta com esse livrinho ótimo e a próxima resenha será em forma de vídeo 😀

Bjs

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Vivian Contra o Apocalipse
De Katie Coyle

Sinopse oficial: Vivian Apple tem 17 anos e mal pode esperar pelo fatídico “Arrebatamento” — ou melhor, mal pode esperar para que ele não aconteça. Seus devotos pais foram escravizados pela Igreja faz tempo demais, e ela está ansiosa para que voltem ao normal. O problema é que, quando Vivian chega em casa no dia seguinte ao suposto Arrebatamento, seus pais sumiram e tudo o que restou foram dois buracos no teto…

Vivian está determinada a seguir vivendo normalmente, mas quando começa a suspeitar que seus pais ainda podem estar vivos, ela percebe que precisa descobrir a verdade. Junto com Harp, sua melhor amiga, Peter, um garoto misterioso que tem os olhos mais azuis do mundo e informações sobre o verdadeiro paradeiros dos seguidores da Igreja (ou é o que ele diz), e Edie, uma Crente que foi “deixada para trás”, os quatro embarcam em uma road trip pelos Estados Unidos. Mas, depois de atravessar quilômetros de eventos climáticos bizarros, gangues de Crentes vingativos e um estranho grupo de adolescentes auto-intitulados os “Novos Órfãos”, Viv logo vai perceber que o Arrebatamento foi só o começo.

Minha opinião: Ouvi muitas pessoas falando que o livro nos faz refletir sobre a vida, que nos faz pensar sobre como estamos vivendo, mas juro que não achei tão profundo assim, rsrs.

Temos algumas questões que realmente nos põe contra a parede como no que acreditamos, se nossa fé às vezes não é ofuscada pelo fanatismo, o quão extremo alguém iria por conta da religião, o que faríamos se o mundo fosse acabar, etc. Mas tudo é contado de uma maneira leve, não fiquei reflexiva em momento nenhum, só pensei levemente sobre o assunto.

A narrativa é fluida e eu gostei da Vivian. Me identifiquei muito com ela, desde o começo, porque ela é aquela boa menina, sempre querendo agradar os pais, certinha, etc. Não que eu tenha sido sempre assim, mas depois de uma certa idade eu virei exatamente essa pessoa kkkk. Claro, depois de um tempo ela vira a Vivian 2.0, pós-apocalíptica, durona, mas mesmo assim ela ainda é uma pessoa boa e correta (e aquela menininha santinha por dentro), e acho que admiro ela por isso. Eu estaria louquinha se o mundo fosse “acabar” e não sobreviveria (muito menos manteria a compostura, hauhauha).

A Harp me cansou um pouco… ela bebe demais, é louca demais, não gostei. Mas aprendi a lidar com ela e no final ela não me incomodava mais. O Peter desde a primeira vez que apareceu eu já saquei que íamos ver ele novamente e no começo não entendi muito o personagem dele. Achei meio misterioso, a gente não sabia o que ele estava escondendo, quais eram as intenções dele, até ele virar o típico cara perfeito de livros. Fiquei um pouco decepcionada, esperava uma reviravolta gigante por parte dele mas ok, ele é lindo e maravilhoso e eu aceito passar por cima disso. 😛

O enredo é muito interessante e o final foi muito bom, sem ser abrupto e com uma reviravolta coerente. Até a última página tivemos novidades e eu gostei de como tudo terminou. Fiquei curiosa para o próximo volume. 🙂

O livro é muito bom e super curtinho, então vale a pena. Gostei e recomendo!

Bjs
Marina

Ruins – Partials Livro 3

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De Dan Wells

Sinopse traduzida por mim: Nosso tempo está acabando. Conforme o relógio se aproxima da data de expiração dos Partials, Humanos e Partials ficam à beira da guerra. No meio dessa guerra, estão Kira e Samm: Samm, que está preso no lado mais distante do ambiente tóxico Americano, e Kira, agora nas mãos da Dra. morgan, que está fissurada em salvar o que resta dos Partials, mesmo que tenha que destruir Kira para isso.

A única esperança está as mãos das pessoas assustadas de ambas as raças que procuram um jeito de rapidamente prevenir o pior desse conflito. Mas uma figura aparece, nem humana e nem Partial, com avisos de um novo apocalipse que nenhum deles poderá reverter.

Minha opinião: Mais uma série que entra pra minha lista de favoritas! A história é inteligente do começo ao fim e os acontecimentos não desapontaram nesse terceiro e último volume.

Passou-se muito tempo entre minha leitura do segundo livro e do terceiro pelo seguinte motivo: a editora que publicava a saga em português faliu, e portanto esse terceiro volume teve que ser lido em inglês (porque não foi publicado aqui). Isso me atrasou um pouco porque, além da mudança de idioma, os personagens e a história de cada um não estavam tão “frescos” na minha memória. Confesso que sofri nas primeiras páginas! Só fiquei confortável após a página 50, ou seja, teve muita história que não lembrei direito e me senti perdidaça!

A Kira continuou uma protagonista forte e decidida até o fim. Ela é muito inteligente e ver ela “ligando todos os pontos” é realmente incrível. O romance que eu falei que podia evoluir nesse livro… quase não evoluiu! HUAHAUHA Ele é muito mais de ação do que qualquer coisa.

Os outros personagens continuam tendo capítulos com seus pontos de vista e acabamos nos apegando a eles. A Ariel foi uma surpresa, ela é muito forte e decidida. Samm apareceu muito pouco, o que me deixou desapontada porque esperava ver mais dele. E quem roubou a cena pra mim foi o Marcus, que continua um fofo e fazendo piadinhas em hora inapropriada (me identifiquei! kkk).

Cada ponto de vista contém uma parte da história e vou te falar que não é uma tarefa simples ligar todos eles. Se a Kira não estivesse lá para desvendar as coisas pra mim eu demoraria um bocado para entender tudo. 😛 Não que eu seja meio burrinha, mas esse livro é complexo e muito bem desenvolvido – a trama te pega de surpresa!

O final foi um pouco menos trágico do que eu esperava. Aliás, perto do que eu esperava qualquer final pode ser considerado fofo, porque eu jurava que ia tudo acabar com um planeta terra explodindo, virando um buraco negro e acabando com todo o universo ahuahauha. Juro que a guerra Partials/Humanos parecia que ia destruir tudo e todos na galáxia! Mas foi um final bom, amarrou todas as pontas e deixou aquele gostinho de quero mais.

Soube que tem um conto dessa saga… adivinha quem vai ler??? rsrsrsr

Recomendo todos os volumes!

Bjs
Marina

Uma Chama Entre As Cinzas – Livro 1

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De Sabaa Tahir

Sinopse oficial: Laia é uma escrava. Elias é um soldado. Nenhum dos dois é livre. No Império Marcial, a resposta para o desacato é a morte. Aqueles que não dão o próprio sangue pelo imperador arriscam perder as pessoas que amam e tudo que lhes é mais caro. É neste mundo brutal que Laia vive com os avós e o irmão mais velho. Eles não desafiam o Império, pois já viram o que acontece com quem se atreve a isso. Mas, quando o irmão de Laia é preso acusado de traição, ela é forçada a tomar uma atitude. Em troca da ajuda de rebeldes que prometem resgatar seu irmão, ela vai arriscar a própria vida para agir como espiã dentro da academia militar do Império. Ali, Laia conhece Elias, o melhor soldado da academia — e, secretamente, o mais relutante. O que Elias mais quer é se libertar da tirania que vem sendo treinado para aplicar. Logo ele e Laia percebem que a vida de ambos está interligada — e que suas escolhas podem mudar para sempre o destino do próprio Império.

Minha opinião: demorei pra entrar no clima do livro, mas lá pela página 100 fui fisgada e mergulhei com tudo na história! Não vou dizer que é um favorito, nem que é original e especial, mas é um livro MUITO bom! Gostei bastante e quero ler a continuação.

Logo no começo já percebemos que o caminho dos personagens estão todos entrelaçados. Laia e Elias têm um destino maior em suas mãos, e o tempo todo ficamos imaginando o que será e quando vai acontecer.

A Laia é uma protagonista comum nesse tipo de história (mais uma em um milhão): garota ingênua, precisa resgatar sua família, então faz aliados improváveis e se mete em situações difíceis e um pouco loucas. Se apaixona por mais de um homem e entra em conflito com seus sentimentos. Um pouco clichê,não é mesmo? Mas ela é ok, nada de mais…

Elias também é um pouco clichê, mas ele é de longe mais interessante! Ele é a verdadeira “chama entre as cinzas” aqui. É um soldado indignado com tudo e que tem um enorme coração – impossível não se apaixonar! ❤ kkkk por essa razão fiquei com pena da Helene (a melhor amiga dele)… ela realmente não teve culpa de se apaixonar por ele, principalmente ele sendo seu melhor amigo… força colega!

Para mim os personagens que mais se destacaram foram, além do Elias,a comandante e os adivinhos. A primeira é a mulher mais horrível que pode existir. As cenas de maldade dela ficaram na minha mente e eu me peguei pensando nisso várias vezes. Já os adivinhos são seres esquisitos e que se fazem de malvados mas são uns fanfarrões! Hhuahuaha gostei deles.

A narrativa é intercalada com o ponto de vista dos dois protagonistas, e é bem fluida e tranquila. Se alguém quiser arriscar ler em inglês acho que deve ser uma boa!

O enredo é bom também e muito interessante, mas com muita violência –  fica aí o aviso, mas não é nada que a gente não possa aguentar. 😛 Temos cenários interessantes e personagens cativantes, então tive que me render aos encantos desse livro… kkkkk

Em resumo, é um livro que não vai mudar sua vida mas você não vai se arrepender de ter lido. E, se bobiar, deixa um gostinho de quero mais… 😉 Recomendo!

Bjs
Marina

Espada de Vidro – A Rainha Vemelha Livro 2

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De Victoria Aveyard

Sinopse oficial: “Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar.”
O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.

Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo rei, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.

Minha opinião: Depois de um primeiro volume arrasador e favorito de 2015, eu estava esperando mais. Foi bom? Foi. Mas faltou aquele tchan que esperamos, sabe? Aquele fatorzinho que torna o livro um favorito.

Mare mudou. Obviamente isso ia acontecer, mas estou chegando à conclusão de que as autoras desse gênero de livro tem uma “síndrome” em que fazem uma protagonista perfeita no primeiro livro, deixam ela uma vaca no segundo e depois as transformam em uma heroína normal no terceiro. Aconteceu a mesma coisa em Divergente e eu sinto muito, mas algumas mudanças são para pior: deixam a pessoa chata. Ela ficou chata, essa é a palavra-chave.

Cal aparece muito mais e, embora tentem torná-lo misterioso, a gente sabe qual é a dele e nunca duvidamos do seu caráter.

Teve muita autolamentação dos personagens sim mas vamos aos outros aspectos: teve ação eletrizante do começo ao fim e uma adição de novos personagens interessantíssimos! Minha favorita é a Nanny <3. No entanto, faltou romance para o meu gosto, rsrs. Adooorrrooo aquele romancezinho e adorei o primeiro livro justamente por conta disso, então senti muita falta. 😦

Em resumo, é um livro bom, ele só não supera o primeiro. Não é um favorito, mas a saga está caminhando para se tornar uma das melhores que eu li. Espero um terceiro volume arrebatador, porque o gancho final foi bem interessante, o suficiente para me deixar querendo mais…

Recomendo!

Bjs
Marina

Plus One

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De Elizabeth Fama

Sinopse oficial: Soleil Le Coeur, de dezessete anos de idade, é uma Smudge (Noturna) – um morador da noite proibido por lei de sair durante o dia. Quando ela finge uma lesão, a fim de obter acesso e sequestrar sua sobrinha – uma recém-nascida Ray (Diurna), ela coloca em movimento uma aventura de ritmo acelerado que vai trazê-la em conflito com os legisladores poderosos que comandam seu mundo, e atraí-la para o menino que ela estava destinada a se apaixonar, mas que também é Ray.

Situado numa realidade alternativa vívida e povoada com personagens complexos, profundamente humanos em ambos os lados da divisão do dia-noite, Plus One é um drama brilhantemente imaginado da liberdade individual e dos direitos civis, e uma história de aventura romântica em ritmo acelerado.

Minha opinião: Olha, não tenho nem palavras pra expressar o meu descontentamento e a minha decepção com esse livro. Tinha tudo para dar certo: uma capa linda, uma sinopse interessante e uma sociedade com regras controladoras. Me pergunto então como foi que a autora conseguiu transformar tudo isso no que eu acabei de ler…

Primeiro vamos aos personagens principais: A Sol não é gostável logo de cara, e é muito rebelde e explosiva, uma personalidade que não me agrada muito, então não consegui me identificar com ela, muito menos “desvendá-la”. Aí temos o D’Arcy, que é certinho, metódico, um bom rapaz, etc, até que conhece a Sol e inexplicavelmente se apaixona por sua rebeldia, largando Deus e o mundo pra ficar do lado dela. Tudo isso em quanto? Uma semana? Um dia? Não… algumas horas, apenas. Aí você pensa: tudo bem, com certeza ele tem um motivo maior por tráz para ter se apaixonado, não deve ter sido logo de cara. Mas sim, foi.

Enfim… o romance dos dois é bonitinho e talz, mas não “segura” a história. E vamos à ela: o desenvolvimento é cheio de falhas. A autora tenta explicar com algumas referências à tecnologia mas achei muito precário o enredo e o desenrolar dos fatos. Fora que é chato, temos poucos momentos que prendem nossa atenção, o que torna a leitura cansativa. A única coisa bacana foram os Nomas, umas pessoas esquisitas, ultra nervosas e que se vestem com uma mistura de punk com palhaço. Achei eles bem interessantes, mas ficaram sem um final. De verdade, eles simplesmente evaporaram e nunca mais ouvimos falar…

O principal “cenário” – as jornadas separadas entre dia e noite – tinha tudo pra ser uma coisa boa, e achei inclusive muito bem pensado, mas não sei como explicar melhor: é tudo muito raso, superficial e não temos um bom motivo pra essa “separação”. Temos um motivo simples e que, se pararmos para analisar, nunca seria suficiente para isso. Ou seja, mais uma falha.

E o que dizer desse final? PRECISA ter uma continuação para esse livro, ou eu juro que ele vai entrar na lista dos piores finais do mundo.

Ao meu ver foi uma leitura muito aguardada e que decepcionou bastante. Em diversos momentos pensei em parar de ler, mas continuei para treinar o inglês – já que é um intermediário para avançado bem bacana. Então foi um misto de “aquilo que não é” com “aquilo que poderia ter sido”.

Resumindo: não gostei. Ele atrasou as minhas leituras do ano e ainda conseguiu a proeza de me deixar “bodeada”, então espero superar essa pedra no meio do caminho e partir pra outra. hauhauhauaa

Bjs
Marina

Todos Os Nossos Ontens – Destrua o passado para salvar o seu futuro

TODOS_OS_NOSSOS_ONTENS_1443558523529142SK1443558523BTodos Os Nossos Ontens
De Cristin Terrill

Sinopse oficial: O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?

Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo…

Minha opinião: Ai que bom!!! O primeiro favorito do ano chegou em grande estilo! Que distopia minha gente, que história! ❤

Tudo começa do ponto de vista de Em, no futuro, e somos jogados na história sem saber nada mesmo, descobrindo tudo junto com os personagens. Depois temos o ponto de vista da Marina (fiquei emocionada ao ver meu nome no livro! XD kkk), no passado, e de novo vamos descobrindo tudo junto com ela. Aí os capítulos começam a alternar o ponto de vista. E minha gente, é uma descoberta surpreendente atrás da outra. Do começo até o fim o ritmo foi eletrizante!

A Marina vive sua vida em função do James, o que é triste (meninas, nunca vivam em função de nenhum homem!), porém compreensivo. Paixonites adolescentes – principalmente pelo seu melhor amigo – são realmente intensas… mas eu não me apaixonei por ele, e sim pelo maravilhoso Finn, que é uma graça! E achei legal também o desenvolvimento dos sentimentos dela ao longo da história. Foi um processo natural e inevitável.

O final foi confuso para mim – sabem como é: viagem no tempo é um tema complicadinho, e demorei um pouco para juntar o quebra-cabeças. Mas, quando entendi, foi fenomenal – muito bem pensado!!! Fiquei pulando pensando “Eu entendi! Eu entendi!” e me deu um desespero pra falar com alguém – qualquer pessoa – sobre esse final. Queria debater, discutir, contar pro mundo que história maravilhosa eu acabei de ler.

Então conto para vocês: leiam! É um volume único (então para quem não gosta de sagas é ideal), com uma narrativa fora de série, personagens apaixonantes e uma história incrível!

Bjs
Marina

Autoridade – Comando Sul Livro 2

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De Jeff VanderMeer

Sinopse oficial: Por décadas, o único vínculo humano com a Área X — um lugar cercado por uma fronteira invisível, misteriosamente sem vestígios de civilização — foram as expedições monitoradas pelo Comando Sul, uma agência secreta do governo. Após a tumultuada décima segunda expedição, narrada em Aniquilação, a agência acaba imersa em um completo caos. John Rodriguez, conhecido como Controle, é então nomeado diretor.

Apesar dos funcionários desconfiados e desesperados da agência, da frustração dos interrogatórios e anotações que parecem não levar a lugar algum e das horas e horas de registros em vídeo a pesquisar, Controle começa a desvelar os segredos da Área X. Mas, a cada descoberta, ele precisará confrontar verdades perturbadoras sobre si mesmo e sobre a organização para a qual se comprometeu a trabalhar.

Minha opinião: AI MEU DEUS que livro ruim! Nossa, eu esperei até a última página com aquele sentimento de: “Não é possível, alguma coisa vai acontecer… alguma reviravolta louca e maluca que vai arrebatar a leitura e me deixar de pernas pro ar!”… e NÃO! NÃO TEVE REVIRAVOLTA, NÃO TEVE NADA! Tirando a última linha do livro, de nada me agradou o resto da história… estou indignada mesmo!

Acho que se juntássemos todas as informações pertinentes e tudo que descobrimos de novo sobre a Área X podíamos ter o primeiro capítulo de um livro. Apenas. De resto foi uma história que não agregou nada ao enredo e ao grande mistério do livro.

Controle (sim, esse é o pseudônimo do personagem principal: John) não é lá muito gostável. É um típico “bebê chorão” que fica correndo pra saia da mãe a cada pessoa grossa que cruza seu caminho. Não gostei! Já os outros personagens não fedem nem cheiram, o que me deixou muito nervosa, já que não consegui me conectar com ninguém.

O cenário é pacato e muito inferior ao do último livro (que era a Área X), o que eu achei que fosse ser compensado pelas mil coisas que descobriríamos já que Controle é o novo diretor da divisão do governo que cuida dessa “anomalia natural”. Opa! Estava errada novamente… que historinha sem graça, minha gente!

E a narrativa? O que posso dizer…. CHATA! O cara escreve bem sim, mas ele enrola demais. Aliás, foi isso que o livro inteiro foi: ENROLAÇÃO!

Enfim, juro que não leria o terceiro volume se não estivesse MIL VEZES mais curiosa pra saber o que é a tal Área X e o que tem nela. Esse mistério conseguiu ser mantido e aguçado para o próximo (e último, graças a Deus) livro. Também gostei de tudo que descobrimos e do final do livro, e só por isso não darei nota zero pra ele. rsrsrs

Não recomendo! Aliás, não comecem a ler essa saga, senão ficarão como eu: curiosos e fadados a passar por essa história chata para poder chegar no desfecho que espero que seja eletrizante. 😦

Bjs
Marina

Canção da Rainha – Um conto da série A Rainha Vermelha

CANCAO_DA_RAINHACanção da Rainha
De Victoria Aveyard

Sinopse oficial: Neste conto que se passa no universo da série A Rainha Vermelha, você terá acesso ao diário secreto da rainha Coriane, primeira esposa do rei Tiberias VI e mãe de Cal. Presente de seu querido irmão Julian, o caderno se tornou o único lugar onde a nobre prateada podia desabafar sem que seus pensamentos e emoções fossem usados contra ela.

Ainda jovem, Coriane Jacos foi obrigada a se mudar para o palácio real e lutava para lidar com os perigos e armadilhas do convívio com as outras Grandes Casas. A garota e o então príncipe herdeiro ficaram cada vez mais próximos, provocando a inveja e o ciúme de outras jovens da nobreza, sobretudo Elara Merandus — que tinha o poder assustador de entrar na mente das pessoas. Apaixonado, o príncipe descartou a Prova Real e escolheu Coriane como sua esposa, mas a vida da jovem rainha estava muito longe do tradicional “felizes para sempre”…

Minha opinião: achei que o livro fosse contar a história da rainha Coriane já na corte, casada com o rei e tudo mais, mas ele começou bem lá atrás, antes deles ao menos se encontrarem pela primeira vez.

Achei toda essa parte do antes insignificante. Por ser um livro curto, não achei que precisássemos formar uma conexão com essa personagem (que inclusive já morreu), então estava mais interessada em saber o que ela iria contar sobre a corte… mas isso só aconteceu depois da página 30 (ele tem 50 páginas).

Então no geral não foi um conto que eu amei de paixão. Foi muito bom relembrar um pouco do universo de “A Rainha Vermelha” enquanto o próximo volume não chega, mas a imersão nesse mundo foi a única coisa que me prendeu a atenção. Além do final, é claro. Foi chocante!

Não tenho muito o que dizer de apenas 50 páginas, mas gosto desses contos que os autores fazem entre um volume e outro, então mesmo que não tenha amado eu curto essa experiência, e espero que a editora lance o próximo conto (que já existe em inglês) em breve. 😀

Bjs
Marina