Lúcida

lucidaLúcida
De Ron Bass e Adrienne Stoltz

Sinopse oficial: Sloane é uma aluna nota 10, com uma grande e amorosa família. Maggie vive uma existência glamorosa e independente, como aspirante a atriz em Nova York. As duas não poderiam ser mais diferentes. A não ser por um pequeno detalhe, algo que não têm coragem de revelar a ninguém. À noite, cada uma sonha que é a outra. Os sonhos são tão vívidos que as garotas sentem e experimentam o que a outra está passando naquele momento. Seriam as duas reais? Uma delas estaria mentalmente instável e imaginando a outra? Seriam ambas a mesma pessoa? Qual delas é real?

Minha opinião: já escrevi linhas e linhas dessa resenha e apaguei repetidamente. Sabem por quê? Porque nada que eu escreva vai poder traduzir em palavras o que eu estou sentindo.

Esse livro mexeu comigo de todas as formas! Eu sou uma pessoa (juro que quando conto isso pra alguém sempre riem da minha cara) que cria histórias na minha mente antes de dormir. Eu tenho um enredo geral e cada dia eu invento parte da história – alguns dias são rotineiros e outros são especiais, mas sempre com um propósito: viver uma vida que não é minha. E, para piorar (rsrs), eu faço isso desde que me entendo por gente…

E o livro trata exatamente disso! De viver uma vida que não é sua, de lidar com situações cotidianas na pele de outra pessoa, e de enfrentar situações num outro mundo que bate de frente com o seu. E nenhum dos mundos é ruim, eles são apenas… diferentes.

Eu tinha lido algumas resenhas falando que no começo ele é um pouco parado, mas eu discordo: fui fisgada desde o primeiro capítulo! Achei a narrativa muito gostosa, a construção dos personagens interessantíssima e amei a história das duas personagens – elas são completamente diferentes e, mesmo assim, eu me vi na pele das duas.

Eu acho que a história é um misto de romance e psicologia – realmente faz a gente pensar em muitas coisas. Sinto que nem todos vão gostar tanto quanto eu porque a identificação foi muito íntima no meu caso… mas sei que vai agradar à maioria pois é uma história bonita, profunda e bem gostosa de ler. ❤

Só sei que me emocionei, chorei e fiquei naquele estado “vegetativo-pensativo” por um bom tempo após a leitura. Recomendo mesmo e espero sinceramente que vocês gostem. 🙂

Bjs
Marina

Dezessete Luas – Beautiful Creatures Livro 2

dezessete_luas_1447474942189663sk1447474942bDezessete Luas
De Margaret Stohl e Kami Garcia

Sinopse oficial: Dezessete Luas começa exatamente após os acontecimentos de Dezesseis Luas: Ethan Wate e Lena Duchaness escaparam por pouco de serem reclamados pelas trevas, mas a vitória teve um sabor amargo. Lena vive a dor e o sentimento de culpa pela morte de um familiar e começa a se afastar de Ethan.

Auxiliado pelo amigo Link, Ethan vaga pelos túneis subterrâneos da cidade, um mundo secreto, determinado a salvar a amada.

Minha opinião: já comecei o ano daquele jeito: shippando o casal errado! Kkkk

Mas eu não pude evitar, a Lena estava um poooorrreee nesse livro! Ela nunca foi a melhor personagem, mas as autoras judiaram dela neste volume. Já a Liv, a menina que eu queria que ficasse com o Ethan, é demais! Uma fofa, inteligente, engraçada… não tem como. Eu ainda tenho grandes esperanças de que eles terminem a saga juntos, mas to achando que vou morrer na praia esperando. 😛

Como vocês puderam notar, eu estava num bode literário desde o ano passado, e precisava de uma boa história conhecida pra me tirar do fundo do poço. E não me decepcionei!

Eu gostei bastante da narrativa, do enredo e do destino de alguns personagens. Assim como no primeiro volume, o final foi meio enrolado – muita coisa acontecendo de uma vez só, mas gostei dos últimos capítulos. Prevejo um próximo livro bem agitado, porque esse também não parou um minuto. rsrs

Alguns personagens demonstraram que não são tão secundários como eu imaginava, então estou curiosa pra saber o rumo que as coisas vão tomar. Além disso, ficaram muitas pontas soltas – já dá pra imaginar em torno do que o 3º livro vai girar…

Enfim, adorei e recomendo a leitura! Eu precisava de um livro gostosinho assim pra começar o ano. 😊

Bjs
Marina

Equals [FILME que parece livro]

Oi pessoal! Ontem assisti um filme maravilhoso e queria dividir com vocês, porque ele é semelhante a diversos livros do estilinho que eu gosto e que já resenhei aqui no blog. 🙂

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Se chama Equals (tem na Netflix com o título em português: Quando te conheci) e possui basicamente a seguinte história: numa sociedade futura perfeita (distopia) temos pessoas que não possuem sentimentos – desde pequeno eles são suprimidos a fim de manter uma sociedade unida, sem guerras e sem interferências sentimentais em sua evolução. Parece familiar, não?

Um homem e uma mulher acabam se apaixonando e vivendo um romance proibido dentro desses padrões impostos pelo mundo, e precisam lutar para manter seu amor. Em um lugar onde até o menor toque é proibido as coisas acabam ficando bem tensas… de novo: soa familiar, vocês não acham?

Pra mim foi um mix de vários livros que eu adoro: Delírio, O Doador de Memórias e Destino são os que me vêm à memória, mas com certeza tem mais. Ele é um filme fofo, tenso e romântico – assim como esses livros – e retrata uma distopia bem comum: a “sociedade perfeita”. Confesso que só pelo trailer já sabia que ia gostar, mas fiquei comovida com a beleza crua do filme!

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O cenário, as atuações, a trilha sonora (que quase não existe em algumas cenas) e a fotografia acompanham seus sentimentos durante o filme. É incrível! Eu me senti o tempo todo na pele dos personagens e ri, sofri, chorei e amei junto com eles. Talvez se eu já não tivesse lido tanto sobre esse “assunto” eu tivesse ficado surpresa e mais impressionada com o sentido da história – aquela lição de moral que ficamos pensando quando o filme acaba, rsrs, mas confesso que fiquei encantada! ❤

Eu nunca fui muito fã do Nicholas Hoult, mas, como diz meu amigo: “- que homão da porra!”, hehehe. Ele está perfeito nesse papel, e realmente apaixonante! Já a Kristen Stewart estava honrando sua fama de “sem expressões faciais” kkkkkk. Brincadeiras à parte, ela tinha que manter suas expressões escondidas da sociedade, então é compreensível – o papel pede isso. É irônico mas é verdade, rs.

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Enfim, eu amei tanto que queria que fosse um livro. MESMO! Ainda mais porque PRECISA de uma continuação, mas não vai rolar em forma de filme. 😦

Deixo aqui então a dica e o trailer para que vocês possam ver se não tem tudo a ver mesmo com nossas paixões literárias, rsrsrs.

Eu amei e virou um grande favorito. Recomendo! 🙂

Bjs
Marina