1922 – 1º conto do livro Escuridão Total Sem Estrelas

Oi gente, tudo bem?

Antes de eu começar a ler esse livro pensei, obviamente, que leria ele todo de uma vez… mas não vou conseguir!!! E por um único motivo: ele é muito pesado! Comecei a me sentir mal depois da leitura, tipo quando você ouve uma história de pedofilia ou uma tortura muito grande no jornal e fica se sentindo mal muito tempo depois…

Então decidi fazer o seguinte: vou ler os contos intercalados com outros livros mais levinhos e vou fazer uma resenha individual para cada um, ok? No total são 4 e falo abaixo do primeiro conto do livro:

ESCURIDAO_TOTAL_SEM_ESTRELAS_1430702549137226SK1430702549BEscuridão Total Sem Estrelas – 1922 (1º conto)
De Stephen King

Sinopse oficial: Wilfred James e Arlette James são donos de 100 acres em Hemingford Home. Enquanto sua irritante esposa quer vender sua parte para uma companhia, Wilfred quer manter suas terras. A cada dia que passa, Wilfred percebe que só há uma solução para o problema. Envenenando a mente de seu filho, Henry, os dois acabam por assassinar Arlette. A história é uma narração/confissão de Wilfred sobre como ocorreu o assassinato, e a série de terríveis eventos que foi desencadeada por causa do crime.

Minha opinião: Como eu já disse acima: PESADO! Logo no começo já temos um assassinato brutal, com um motivo extremamente besta e muita violência. Depois temos uma série de coisas girando em torno daquele assassinato e parece que as desgraças nunca acabam! É uma vida triste e sofrida, sabem? Fiquei meio mal com isso…

O enredo é bom, mas a narrativa é arrastada e chatinha. Já conhecia o jeito do Stephen King escrever, então sabia que seria dessa forma, mas não esperava que fosse tãaao arrastada como foi. EU tive muita dificuldade em manter o ritmo e queria parar o tempo todo. Não gostei!

Os personagens são bem construídos como dois fazendeiros à moda antiga (também, a história se passa em 1922, logo…), e Wilf só pensa em suas terras e seus animais. Acha que matando sua esposa vai resolver alguma coisa na vida, mas é assombrado por esse acontecimento até o fim dela. É terror? Eu achei que não, honestamente. Acho que o ponto-chave aqui é como às vezes fazemos uma coisa idiota na nossa vida e aquilo nos persegue até o fim (no caso, foi bem idiota, né?). Nossa mente é mestre em assombrar a gente e é isso que vemos na leitura.

Eu já tinha lido que o primeiro conto é realmente o mais chatinho da história e que os outros 3 são infinitamente melhores, então estava preparada para não gostar muito, mas realmente me surpreendi de não ter gostado nada. É bem escrito, claro, e traz um psicológico tenso, mas se pudesse voltar atrás eu não o leria. kkkk Estou ansiosa para ver os outros – falam que o segundo conto é o melhor então vamos aguardar…

Bjs
Marina

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2 comentários sobre “1922 – 1º conto do livro Escuridão Total Sem Estrelas

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